A constatação de que os mais elementares direitos dos cidadãos têm vindo a ser objecto de uma violação inaceitável tem suscitado, um pouco por todo o país, significativas manifestações de protesto.
 
É no âmbito da legítima expressão de repúdio por essa situação que se enquadra a iniciativa levada a cabo pelo SPM (Sindicato de Professores da Madeira) no dia 6 de Novembro, no Largo da Assembleia Legislativa da Madeira. Em causa estava a denúncia, no processo conducente à definição dos princípios conformadores de um Estatuto de Carreira Docente para a Região Autónoma da Madeira, da antidemocrática marginalização das estruturas sindicais representativas da classe docente.
 
 
 
 
Porque conhecedor da importância que na Região Autónoma dos Açores tivera a efectiva participação do SPRA na construção de um ECD mais «justo» do que o do ME, vale dizer, menos cerceador dos lícitos direitos dos professores e educadores, o SPM convidou Armando Dutra, Presidente daquele sindicato, a testemunhar a pertinência do processo desenvolvido. Este, por motivos de agenda, viu-se impedido de intervir na referida concentração/plenário, razão pela qual se fez representar pela Dirigente Graça Meneses.

Assim, ao lado de Marília Azevedo, Coordenadora do SPM, e de Mário Nogueira, Secretário-Geral da FENPROF, Graça Meneses, membro da Comissão Negociadora do SPRA, enfatizou a relevância do processo negocial para a construção de um estatuto menos lesivo para os docentes açorianos.